terça-feira, 21 de abril de 2015
Filhos, alegria ou tristeza?
Para muitos o nascimento de um filho é o realizar de um sonho, mas que sonho! Encaram-no como o elo de ligação entre o casal ou até mesmo entre os familiares, claro que a chegada de um filho é motivo de muita alegria e felicidade para um casal mais o que não significa dizer que o nascimento de um novo ser traga somente alegria, antes porém devemos ter em conta as condições em que o bebé vai nascer e crescer porque pode se dar o caso que o nascimento do mesmo surja num momento em que os pais ou família encontram-se em condições precárias e esta famosa felicidade acaba se tornando em separação.
Existem muitas mães solteiras no nosso pais sobretudo jovens adolescentes, que nunca tiveram o privilégio de viver com os pais dos seus primogénitos e que por esta razão algumas até são afastadas do convívio familiar e é aí que a tal ligação acaba não só com a moça e a sua família, mas como na maioria das vezes com a sociedade também porque ela passa a excluir-se de certas actividades sociais.
Alguns ainda não se consciencializaram com isto, apesar de que esta prática exista em todos os cantos do mundo se não falar de Angola onde é raro encontrarmos uma família que não tenha sido vigarizada se assim posso dizer por ``estes pais mortos-em-vida`` que andam por aí como se nada fizessem.
Qual seria então a posição do governo visto que a fuga à paternidade já se tornou num problema social? Antes de pensar no que o governo deve ou não fazer com relação este assunto, deixe-me fazer aqui uma chamada de atenção, sem querer ferir sensibilidades, mas já ferindo, na maioria dos casos ´´nós`` é quem procurámos por nos envolvermos com homens casados, e com homens imaturos que não têm noção sobre o que é ter um relacionamento sério, depois surge a gravidez e agora o que fazer? Portanto espero que o governo tome as medidas necessárias para que se reduza está prática ou acção, o termo é mesmo este reduzir e não acabar porque se esperarmos que isto acabe então minhas manas acabaremos juntas!
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